quinta-feira, 1 de outubro de 2009

GT300 ou GF100: detalhes das características e arquitetura

Olá amigos. Adoro entrar no site: http://www.forumpcs.com.br, para me informar do que esta rolando de mais bacana no mundo de tecnologia. Não resisti essa matéria como entusiatsa do mundo dos games. Se trata de uma nova GeForce. Para mais detalhes por favor leiam.

Após o lançamento das soluções AMD Radeon HD 5800 a atenção gradualmente volta-se à resposta da NVIDIA através de um certo chip GT300. Informações sobre o futuro chip high-end que a NVIDIA está preparando para o anúncio começaram a aparecer.

Vamos começar sobre o atual codinome GT300. Na verdade ele será batizado como GF100. A pergunta que deve estar pairando na cabeça é “Por que?” Primeiramente, após o lançamento do chip high-end G92 a NVIDIA decidiu alterar a nomenclatura de suas placas gráficas baseadas no chip GT200. Na época, a letra “T” do codinome do chip GT200 passava despercebido e aparentemente não havia significado. Mas há. Esse “T” significa Tesla e 200, supostamente, é a versão dessa arquitetura (2.0). Isso significa que Tesla não é apenas um nome comercial para aceleradores baseados nesse chip, mas também o batismo da arquitetura computacional utilizada. O novo chip NVIDIA terá uma nova arquitetura chamada Fermi e seu codinome GF100 pode ser traduzido como Fermi 1.0. A letra “G” possivelmente indica GeForce ou Graphics.

Apesar dos muitos boatos contraditórios sobre as características do chip, as informações mais plausíveis caíram nas mãos dos correspondentes do Overclockers.ru e são as seguintes:
  • 3 bilhões de transistores;
  • 512 processadores de fluxo ou CUDA Cores na terminologia NVIDIA;
  • 128 blocos de texturização (TMU);
  • 48 blocos de rasterização (ROP);
  • Barramento de 384 bits com suporte a memórias GDDR5;
  • Suporte a um total de 6 GB de memória de vídeo instalada;
  • Suporte a ECC;
  • Nova arquitetura Fermi;
  • Suporte a DirectX 11;
  • Dois links de fluxo;
  • Ausência de bloco de tesselation, essa função será coordenada por software;
  • Consumo de energia de aproximadamente 200 W.

A Fermi é considerada pela NVIDIA como a mais importante renovação de arquitetura desde o lançamento do chip G80 (GeForce 8800 GTX). Então o que há de novo?
  • Processadores de fluxo (CUDA Cores): Para o GF100, essa quantidade é composta por 512 unidades e ao contrário do GT200, agora os cálculos de pontos flutuantes de simples (FP32) e dupla (FP64) precisões utilizam os mesmos blocos. Com o uso de FP64, o tempo de trabalho é reduzido pela metade e garante até 256 cálculos de dupla precisão durante o mesmo intervalo de tempo. No GT200, para nível de comparação, apenas 30 desses blocos são encarregados para cálculos similares. Além disso, cada CUDA Core inclui dispositivos capazes de efetuar operações com ponto flutuante e outros para operações integrais com meticulosidade de 64 bits. Todos os cálculos são processados ao mesmo tempo. Não há a divisão de blocos para operações especiais (SFU), os quais possibilitam calcular seno, cosseno, raiz quadrada e outras funções complexas. Se anteriormente a relação entre SP e SFU era 4 para 1, agora cada SFU equivale a 8 SP, ou seja, duas vezes maior. Por outro lado, sua produtividade é multiplicada por 4.
  • A organização hierárquica do chip foi alterada. Se anteriormente a unidade de base TPC (textural processor cluster) continha 8 blocos de textura e 3 unidades de processamento SM, agora há 32 unidades de fluxo ao invés de 8. O GF100 (GT300) inclui 16 blocos SM, cada qual consiste em 2 x 16 CUDA Cores, 16 blocos de carregamento e descarregamento de dados (LSU) e 4 SFU;
  • Dois links de fluxo em cada SM. A tecnologia é análoga ao HyperThreading da Intel, mas aplicada na GPU, dando agilidade no carregamento de dados e consequentemente, no desempenho como um todo;
  • A GPU contém caches L1 com volume total de 1 MB e de cache L2, 768 KB.
Nota-se que as numerosas mudanças relacionadas podem garantir um acréscimo na eficiência de cálculos dedicados GPGPU. Entretanto, essa renovação de arquitetura também deverá favorecer aplicativos 3D. Vale ressaltar que desta vez não se trata de uma arquitetura “requentada” da original estreada pelo chip G80 e sim uma totalmente nova. Informações mais frescas serão publicadas à medida que surgirem.

Texto retirado do site: http://www.forumpcs.com.br
Fonte: Overclockers.ru

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Trilogia Street of Rage capítulo II

Continuamos nossa saga com Street of Rage 2 grande game e que veio com grandes melhoras gráficas, sonoras e jogabilidade. Lançado em 1992 o jogo conta que após um tempo de paz na cidade que foi limpa pelos três herois do game original, Dr. X é libertado e para chantagear nossa trupe de justiceiros, sequestra Adam Hunter. Qualquer semelhança com um filme do Van Damme ou mesmo Arnold Schwarzenegger não é mera coincidência, mas enfim vamos ao jogo.
 
O que chama bastante atenção que agora os comandos são mais complexos e possuí algumas sequências lembrando um pouco Street Fighter II, como por exemplo alguns dragons punch e magias. Como citado acima a parte gráfica foi remodelada apesar da fraca paleta de cores do Mega Drive em comparação ao Super Nes o game não faz você torcer o nariz. A introdução do modo Duel também é legal, pois caso você e um amigo se cansem de sair por ae esbofetiando a máquina você pode optar por esbofetiar seu amigo.

Há também 2 novos personagens, Max e Skate o segundo por sinal é irmão de Adam e entra na parada pra resgatá-lo. Logo na primeira fase você vê que há a adição de barra de energia dos inimigos e poderá lançar objetos em cima deles, além de um detalhe interessante quando você os agarra, obejtos como canos por exemplo, caem no chão, detalhe até que realista.

Algumas imagens deste clássico:









terça-feira, 29 de setembro de 2009

Trilogia Street of Rage capítulo I

Bom como uma grande tentativa de retomar o projeto In 2 Games, venho postar a vocês uma grande franquia para Mega Drive que rendeu 3 ótimos games. Estamos falando de Streets of Rage game de luta que mostra um pouco a tendência do que rolava na época até mesmo no cinema. Infinitos filmes de pancadaria com um enredo enfadonho e atuações pra lá de esculachadas, mas isso fica para outra hora e para outro Blog.

Lançado pela Sega em 1991 Street of Rage conta a história de uma cidade que foi invadida por uma organização criminal que corrompe tudo e todos e instala o caos na cidade. Enredo mais do que manjado e repetido, mas imagina pra um pirralho de 11 anos que acabou de comprar seu Mega Drive. Eu queria mesmo sentar a mão nos vagabundos mesmo que de mentira.

O que impressiona para um console de 16 bits e principalmente para o Mega Drive é a qualidade do som. O game possuí um sistema estéreo bacana com uma trilha sonora e efeitos empolgantes e gráficos satisfatórios, nada que desbancasse Final Fight, grande concorrente e referência de games de luta de rua.

Neste meu revival iniciei a introdução e logo lembrei do clima que o jogo te insere com a apresentação de cada personagem e seus gostos. Você escolherá Adam Hunter, Axel Stone e Blaze Fielding, todos os 3 ex policiais que não se deixaram levar pela onda de corrupção pelas corporações da cidade.

Street of Rage possuí uma jogabilidade bem fácil botão A para ajuda policial, B para socos e C para pular, deve ser esse o por que o game diverte tanto, você não precisa decorar uma grande variedade de comandos para se dar bem.

Agora vamos a algumas imagens: